"Mendigata de Goiás" presa por suposto mandado de morte
Influenciadora "Mendigata de Goiás" presa por suposto mandado de morte em Goiânia. Após ataque a facadas, Yre Sales Duarte e parceiro foram detidos, mas libertados por ilegalidades na prisão.
Se você acompanha o mundo jurídico, vai entender por que a última programação da Escola Superior de Advocacia de Goiás (ESA‑GO) foi tão comentada. No fim do Mês da Advocacia, a ESA‑GO organizou uma sessão de cinema seguida de debates que mergulharam no caso considerado o maior erro judicial do país. Mas por que colocar um filme no meio de um evento de advocacia? Simples: usar a linguagem visual ajuda a tornar o assunto mais próximo e a provocar discussões mais reais.
A película exibida retratou o processo que acabou se tornando um símbolo de falha na justiça brasileira. Ela mostrou, de forma clara, como decisões equivocadas podem afetar a vida de milhares de pessoas. Durante a exibição, o público pôde observar detalhes do julgamento, as lacunas na investigação e a reação da sociedade. Depois do filme, a sala ficou cheia de perguntas, o que já mostrava que o formato havia funcionado.
Logo após o cinema, advogados, professores e juristas subiram ao palco para discutir o caso. Eles falaram sobre a importância de revisar processos, de garantir acesso a informações e de evitar preconceitos nas decisões judiciais. Um dos pontos mais fortes foi a sugestão de criar mecanismos mais transparentes para que erros semelhantes não se repitam. Os participantes também trocaram ideias sobre como a tecnologia pode ajudar a identificar falhas antes que se tornem irreversíveis.
Para quem não estava lá, a gravação dos debates está disponível na página da ESA‑GO, então vale a pena conferir. O que fica claro é que eventos como esse servem para lembrar que a justiça não é só uma sala de tribunal; ela envolve toda a sociedade, os meios de comunicação e, claro, a educação continuada dos profissionais do direito.
Se você se interessa por justiça, acompanhando notícias como essa, vai perceber que a discussão sobre erros judiciais não é novidade, mas a forma de trazê‑la ao público está evoluindo. O uso de recursos como o cinema ajuda a despertar empatia e a mostrar que, por trás de cada número, há histórias reais que precisam ser ouvidas.
Então, o que você pode fazer agora? Primeiro, procure entender os detalhes do caso que foi debatido – isso ajuda a fazer críticas construtivas. Segundo, participe de eventos locais ou online que abordem temas jurídicos; a troca de experiências faz toda a diferença. E, por fim, fique de olho nas próximas edições do Mês da Advocacia – a ESA‑GO costuma trazer novidades que combinam conhecimento técnico com formatos criativos.
Em poucas palavras, a iniciativa da ESA‑GO mostrou que o debate sobre o maior erro judicial do Brasil pode ser ao mesmo tempo sério e acessível. Quando a justiça se abre para o diálogo, todos ganham: advogados aprimoram sua prática, estudantes aprendem na prática e a população entende melhor como funciona o sistema. Continue acompanhando a seção de Justiça aqui no Falando de Foto e fique por dentro das notícias que realmente importam.
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STF prende presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, por vazamento de informações da Operação Zargun a TH Joias, ligado ao Comando Vermelho. É o quinto caso na história da Casa de um presidente preso, repetindo o cenário de 2017.
A Escola Superior de Advocacia de Goiás (ESA/GO) encerra o Mês da Advocacia com um evento especial que inclui uma sessão de cinema e debates focados no maior erro judicial do Brasil. A iniciativa visa refletir sobre erros judiciais significativos e seu impacto no sistema de justiça.